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Levando a Sério
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O que o estoicismo me ensinou sobre viver

Existem livros que nos oferecem conhecimento.
Outros, porém, nos oferecem perspectiva.

Enquanto lia Pense como um Estoico, de Ken Mogi, percebi que a leitura não estava apenas me ensinando sobre uma filosofia antiga, mas me questionando sobre a forma como tenho vivido. Vivemos em uma sociedade que nos incentiva a reagir a tudo. Um contratempo parece o fim do mundo, uma crítica pode arruinar o dia e um plano que não acontece exatamente como imaginávamos é suficiente para nos frustrar. Aos poucos, vamos entregando nossa paz a circunstâncias que, na maioria das vezes, nunca estiveram sob o nosso controle.

Foi justamente essa percepção que mais me marcou durante a leitura.

Os estoicos defendiam uma ideia simples, mas profundamente desafiadora: existem coisas que dependem de nós e outras que simplesmente não dependem. Gastar energia tentando controlar aquilo que foge às nossas mãos apenas aumenta o sofrimento.

À primeira vista, esse pensamento pode parecer frio. Mas, para mim, aconteceu o contrário. Encontrei liberdade. Quantas vezes sofremos por decisões que pertencem aos outros? Quantas noites perdemos tentando mudar acontecimentos que já passaram? Quanto tempo desperdiçamos alimentando expectativas sobre situações que jamais poderemos controlar?

Talvez viver melhor não signifique controlar mais, mas aceitar mais.

Essa talvez tenha sido uma das maiores lições que o livro me deixou: serenidade não é a ausência de problemas. É a capacidade de permanecer firme mesmo quando nem tudo acontece como gostaríamos.

Naturalmente, enquanto lia, também pensei na minha fé. Como cristã, acredito que a paz não nasce apenas do domínio das emoções, mas da confiança em Deus. Ainda assim, encontrei um ponto de encontro entre essas duas perspectivas: ambas nos lembram que insistir em controlar tudo apenas torna o coração mais pesado.

Tenho percebido que viver bem exige menos reatividade e mais discernimento. Nem toda opinião merece resposta. Nem todo problema exige desespero. Nem toda dificuldade precisa roubar a nossa paz. Talvez a verdadeira força esteja justamente nisso: aprender a cuidar daquilo que está ao nosso alcance e entregar o restante a Deus.

No fim da leitura, percebi que o estoicismo não me ensinou a sentir menos. Também não me ensinou a ignorar a dor ou fingir que as dificuldades não existem. Ele apenas me lembrou de algo que, muitas vezes, esquecemos: a vida se torna mais leve quando deixamos de lutar contra tudo aquilo que nunca esteve em nossas mãos e talvez viver melhor comece exatamente aí.

Beijos e até a próxima.
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Eu e meu pavio curto...

Por muito tempo eu pensei que raiva e espiritualidade fossem opostos.
Que quem realmente conhecia a Deus já não sentia esse calor no peito, essa vontade de se calar para não ferir ou, pior, explodir e depois se arrepender. Mas, ao ler “Eu, meu pavio curto e Deus”, de Lisa Bevere, percebi que há algo mais santo e mais profundo por trás da raiva do que eu imaginava.

Lisa diz que a raiva é um sinal de que há algo em nós que Deus deseja restaurar. É o alarme espiritual que soa quando estamos ignorando uma dor, uma injustiça ou um limite ultrapassado. Não é o sentimento que nos afasta de Deus — é o silêncio diante dele que nos adoece.

🌿 Quando o Espírito Santo toca no ponto que mais dói.

Quantas vezes engolimos palavras por medo de parecer “difíceis”, “instáveis” ou “espiritualmente imaturas”? A mulher cristã foi, muitas vezes, treinada para ser agradável — mesmo quando algo dentro dela grita por justiça, por mudança, por cura. Mas o Espírito Santo não trabalha em corações que fingem. Ele trabalha em corações expostos, ainda que tremendo.

Foi libertador perceber que eu podia dizer a Deus:

“Senhor, eu estou com raiva. Eu não quero pecar, mas eu preciso que o Senhor olhe para isso comigo.”

E Deus não recuou. Ele ficou. E me mostrou que por trás da irritação havia tristeza não expressa, cansaço acumulado, e expectativas não sustentadas por graça. 

A raiva que protege o que é santo.

Lisa Bevere escreve algo que ficou ecoando em mim:

“A mesma paixão que faz você perder o controle pode, quando entregue a Deus, fazer você proteger o que é sagrado.”

Isso muda tudo. A raiva redimida não destrói — ela defende o que Deus valoriza. Ela não é o fogo do inferno; é o fogo da santificação. E se deixarmos o Espírito Santo acender esse fogo no altar certo, ele queimará o orgulho, o ego e o medo, até restar apenas pureza. Talvez Deus não queira que você “pare de sentir”, mas que aprenda a sentir com Ele. A raiva pode se tornar um ponto de encontro entre o seu coração e o coração d’Ele — o lugar onde você deixa de fingir ser forte e finalmente é curada.  

Um convite à honestidade.

Hoje, se algo tem provocado sua alma, não se culpe por sentir. Pergunte-se:

  • O que essa raiva está tentando me mostrar?
  • Há algo que eu preciso entregar a Deus antes que exploda sobre alguém?
  • Estou permitindo que o Espírito Santo transforme essa chama em luz?

A verdade é que a mulher curada não é a que nunca se irrita — é a que aprendeu a conversar com Deus antes de reagir ao mundo.

E você, querida leitora?
Quando foi a última vez que sua raiva te levou a conversar sinceramente com Deus? Deixe nos comentários: qual tem sido o maior desafio para entregar suas emoções ao controle do Espírito Santo?

Beijos e até a próxima.
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livro segure a linha


As mudanças culturais dos últimos anos trouxeram novos desafios para quem deseja viver uma fé verdadeira e coerente. Mas será que é possível seguir firme sem ceder, sem se esconder e sem ferir? Neste texto, convido você caro(a) leitor(a) a refletir sobre como manter-se fiel ao Evangelho sem perder o amor pelo próximo.

Vivemos tempos de mudanças rápidas. Basta olhar ao redor: ideias que antes pareciam sólidas agora são postas em dúvida, enquanto outras, até pouco tempo consideradas polêmicas, viraram norma. Em meio a isso tudo, muitos cristãos se veem perdidos, tentando entender como viver a fé de forma fiel — sem medo, mas também sem ódio.

A cultura atual passou por transformações profundas. As conversas sobre gênero, sexualidade, justiça e até mesmo sobre o que é verdade, ganharam novos contornos. Algumas dessas mudanças foram bem recebidas por parte da sociedade, enquanto outras provocaram desconforto e divisão.

O que antes era visto como valor inquestionável, hoje pode ser chamado de ultrapassado — ou até ofensivo. E o cristão, que busca viver com base na Palavra de Deus, acaba muitas vezes no centro dessa tensão. Como conciliar amor ao próximo com fidelidade à verdade? Como ser firme sem ser intolerante?

Temos visto situações delicadas: atletas que se identificam com o sexo oposto participando de competições femininas; filmes e séries que promovem ideologias sem espaço para o contraditório; escolas onde crianças são incentivadas a adotar discursos que fogem da visão cristã de mundo. É natural que muitos crentes se sintam pressionados, confusos ou até tentados a moldar sua fé à cultura — ao invés de moldar sua vida à fé.

Mas aqui vai um lembrete importante: Deus não mudou. A verdade não perdeu o valor só porque o mundo mudou seu vocabulário. É justamente nesses momentos de incerteza que somos chamados a viver com ainda mais coragem e amor — dois ingredientes que o verdadeiro cristão jamais deve separar.

Ser cristão hoje exige discernimento. Exige saber quando falar e quando ouvir. Exige firmeza sem arrogância, e compaixão sem concessão. A verdade bíblica continua sendo a rocha em meio às marés do tempo. E por mais que os ventos soprem forte, é possível — e necessário — segurar a linha.

Em vez de temer o mundo, somos chamados a iluminá-lo. Não com discursos raivosos ou dedos apontados, mas com uma vida que reflita a graça e a verdade de Cristo. Que possamos caminhar com convicção, mas com ternura. Com firmeza, mas com gentileza. Com fé, mesmo quando parecer que estamos na contramão.

Porque, no fim, a fidelidade vale mais do que a aprovação.
Este texto foi baseado no livro: Segure a Linha: Um Chamado à Coragem Cristã em uma Cultura de Conformidade escrito por Erik Reed.

Gostou desse artigo? Deixe aqui nos comentários.
Beijos e até a próxima.

 

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livro 'O diário de Anne Frank'

Olá gente bonita, gente que lê. Tudo bem?

Recentemente, li a história de Anne e voltei a pensar na força que pode existir em registrar aquilo que estamos vivendo. Anne Frank recebeu seu diário em 12 de junho de 1942, no aniversário de treze anos. Poucas semanas depois, em 6 de julho, ela e sua família foram para o esconderijo instalado nos fundos do estabelecimento comercial de seu pai, em Amsterdã. Ali permaneceram escondidos durante mais de dois anos, junto com outras quatro pessoas, tentando viver em silêncio enquanto a perseguição aos judeus se intensificava.

Anne escrevia sobre o que acontecia ao seu redor, mas também sobre aquilo que acontecia dentro dela. Medos, conflitos familiares, descobertas, sonhos, irritações, desejos, esperança. É justamente isso que torna sua escrita tão particular: por trás do acontecimento histórico existe uma menina tentando compreender a si mesma e o mundo enquanto o mundo ao seu redor se tornava cada vez mais cruel.

Em 4 de agosto de 1944, o esconderijo foi descoberto. Anne e os demais foram presos e posteriormente deportados. Anne e sua irmã Margot morreram em Bergen-Belsen em fevereiro de 1945, em consequência das condições terríveis do campo e do tifo. Otto Frank foi o único dos oito moradores do esconderijo a sobreviver.

E existe ainda uma parte da história que torna o diário especialmente interessante para quem gosta de literatura. Anne não apenas escrevia para si. Depois de ouvir, em março de 1944, um apelo para que os holandeses preservassem documentos da guerra, ela começou a reescrever seus diários pensando em transformá-los em um livro sobre os anos no esconderijo. Chegou a dar-lhe um título: Het Achterhuis, algo como O Anexo Secreto.

Ela não chegou a publicar o livro. Depois da guerra, Otto Frank reuniu diferentes versões dos escritos de Anne e o diário foi publicado em 25 de junho de 1947. Desde então, a obra atravessou fronteiras e gerações, sendo traduzida para mais de 75 idiomas.

Isso é o que mais me impressiona nessa leitura: Anne queria continuar vivendo através da escrita. E, de certa maneira, conseguiu.



Este é o diário oficial de Anne. Hoje, exposto no museu "A casa de Anne Frank" onde foi o esconderijo da família em Amsterdã.

TRECHOS LITERÁRIOS


Algumas passagens me fizeram parar por alguns instantes. Não necessariamente porque trazem respostas, mas porque revelam uma menina pensando sobre caráter, amor, medo, humanidade e sobre a pessoa que desejava se tornar.

“Para ser franca, não consigo imaginar como alguém poderia dizer ‘Eu sou fraco’ e continuar assim. Se você sabe isso ao seu respeito, por que não luta contra, por que não desenvolve o caráter?”

“A gente não faz ideia de como mudou até que a mudança já tenha acontecido.”

“O homem é grande de espírito, mas mesquinho nas ações.”

“Para amar alguém, a primeira condição é poder admirar — admirar e respeitar.”

“Ninguém quer ver o perigo até que ele aparece cara a cara.”

Uma das coisas que mais me chamam atenção em Anne é que sua escrita não se resume ao relato dos acontecimentos. Ela observava as pessoas e, principalmente, observava a si mesma. Sua escrita registra uma personalidade em formação — uma adolescente tentando entender seus próprios sentimentos, seus relacionamentos, suas contradições e o mundo que lhe havia sido apresentado de maneira tão brutal.

“Ideias, sonhos e esperanças crescem em nós, e depois são esmagados pela dura realidade.”

“Com meu diário, quero dizer que pretendo ir mais adiante; não posso me imaginar vivendo como minha mãe ou a sra. Van Daan e todas aquelas mulheres que cumprem suas obrigações e mais tarde são esquecidas. Eu preciso ter algo mais que um marido e filhos, algo a que possa me devotar totalmente. Quero continuar vivendo depois da minha morte...”

Essa passagem talvez explique uma das razões pelas quais seu diário continua encontrando leitores tantos anos depois. Anne queria escrever. Queria ser lembrada pelo que poderia produzir, não apenas pelas circunstâncias em que viveu e conseguiu.

Também me impressiona a maneira como ela conseguia enxergar a humanidade em meio à própria experiência de perseguição e medo:

“Não acredito que apenas os homens de projeção, os políticos e os capitalistas sejam culpados pela guerra. Não, o homem comum também é... Há uma urgência nas pessoas em destruir e matar, e até que toda a humanidade, sem exceção, passe por uma grande mudança, as guerras se sucederão.”

E então vem uma das frases mais conhecidas de seu diário:

“Apesar de tudo eu ainda creio na bondade humana.”

É uma frase que ganha outro peso quando sabemos de onde veio. Não foi escrita por alguém que desconhecia a crueldade. Foi escrita por uma jovem que conheceu o medo, a perseguição, a privação e a guerra. Por isso, talvez sua esperança seja mais difícil de ignorar.

“Quem tem coragem e fé nunca perecerá na miséria.”

“O melhor de tudo é o que penso e sinto, pelo menos posso escrever; senão, me asfixiaria completamente.”

E há uma última frase que gosto especialmente de guardar:

“Pense em toda beleza que ainda resta em torno de você e seja feliz.”

Uma menina que queria continuar vivendo. É curioso terminar O Diário de Anne Frank sabendo que aquela menina não teve a oportunidade de conhecer a vida que imaginava para si. Ela não chegou à idade adulta. Não se tornou a escritora que pretendia ser da maneira como provavelmente imaginava. Não teve a oportunidade de acompanhar a publicação de seu próprio livro. Mas suas palavras permaneceram.

Hoje, quando lemos Anne Frank, não estamos apenas diante do testemunho de uma adolescente escondida durante a Segunda Guerra Mundial. Estamos diante de uma jovem que escrevia para compreender o que sentia, que pensava sobre quem desejava ser e que, mesmo cercada por uma realidade brutal, ainda conseguia perceber beleza, amor e humanidade.

Talvez seja essa a parte da história que mais permaneça depois que fechamos o livro: a vida pode ser profundamente injusta, e ainda assim uma pessoa pode escolher o que fazer com aquilo que lhe foi possível registrar, pensar e construir. Anne escreveu porque precisava continuar respirando por dentro. E, décadas depois, suas palavras ainda respiram fora dela.
Gostou? Deixe abaixo a sua opinião.
Beijos e até a próxima.
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O papel de parede amarelo de Charlotte Perkins Gilman

Estava sentada no café entre esquinas, quando se formou uma roda de mulheres, num desses encontros orquestrados por esse tal de destino-acaso. Desenhista-escritora-vendedora-arquiteta-do-lar. E, no embalo de pesados goles de café, um diálogo teve início... sobre nossas muitas realidades, que fez ecoar pelo ar, risadas espaçadas e curiosas demonstração de espantos... indo atracar repentinamente no livro: 'o papel de parede amarelo'. 

Como ainda não o tinha lido... a não-leitura me permitiu participar-observar o interessante debate. Opiniões interessantes-dissonantes sobre o nosso ‘papel’, na realidade paulistana. Mulheres entre 30 e 40 anos. Classe média. Brancas. Graduadas e sem filhos. Privilegiadas... com um espaço-mundo a disposição. Nenhuma era capaz de relatar preconceitos sofridos-vivenciados. Agressões físicas-verbais. O que nos coloca em um seleto grupo com consciência de que: ‘somos exceção’ e gera um sentimento dúbio de alegria-tristeza-gratidão. 

Assim que cheguei a casa, fui atrás do livro, na prateleira. Há tempos que ensaio essa leitura, que foi ficando para esse tempo inexistente: o depois – convertido em hoje, nessa noite, em que deixei meus olhos atracarem nas sessenta e nove páginas, onde um Conto se escreve. 

Se trata de uma leitura rápida... que nos obriga a uma pergunta: 'qual o papel na realidade, que me abriga?'. E a resposta causou a mesma dor, que um soco na boca do estômago. Fiquei completamente sem ar, a espiar o lugar-espaço. A ponderar minhas escolhas, medir meus espaços e a revisitar certos diálogos. 

Quando nascemos, não somos ninguém. Por mais que digam e insistam no contrário. E, aos poucos, vamos sendo inseridos em conceitos prontos. Aprendemos a partir da doutrina familiar o que é certo-errado, bom-mal... para nós e para o outro. 


Alguns de nós se libertam dessas amarras.
Outros, no entanto, se veem presos a esse papel (amarelo).


Antigamente, as mulheres deveriam ser donas de casa, mães dos filhos dos homens de bem... e cuidar para que o lar fosse um ambiente confortável para esses Senhores, que tinham um mundo inteiro para si. Éramos educadas para esse fim... e poucas, conseguiam se desvencilhar dessa sina. 

Muita coisa mudou, mas os papéis aos quais somos destinadas, ainda passam por conceitos, com objetivos claros: nos manter (sempre) em nossos lugares. Recentemente o filho de um candidato à presidência, disse que: 'mulheres de direita são mais bonitas'. Ah! O peso de certas frases, ditas com alvo certo. 

As opressões e ditaduras estão por todos os cantos. Em um universo feito por Homens para homens, não é nada fácil se sobressair e evitar certos papéis. Dizer em voz alta que não pretende ter filhos, que não quer se casar e ter uma casa. E, acredite, o contrário disso também. As fogueiras ainda são acesas e se queimam muitas de nós nessas chamas. 

A relação da personagem com o ‘papel de parede amarelo’ é de obsessão, por estar confinada num quarto, que é sua vida-realidade-casamento... seu papel no mundo, enquanto mulher. Tudo a limita e aprisiona. Arrancar esse papel de parede amarelo é a única maneira de libertar-se. O desconforto, no entanto. está em não ser capaz de identificar sua condição: corpo-parede-papel. 



Disponivel na Amazon: O papel de parede amarelo

Charlotte Perkins Gilman

Editora José Olympio

Apresentação Marcia Tiburi

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Quotes Literários do livro 'A Cabana'

Oláa amoores, tudo certinho?
Recentemente conclui a leitura do mês de Setembro. Pra quem me acompanha nas redes sociais do blog, viu as minhas considerações sobre o livro “A Cabana” do Autor William P. Young. Livro este, que teve seu lançamento oficial em 2007 com mais de 4 milhões de livros vendidos no Brasil e até hoje é super comentado.

No entanto, não me encontrei na leitura, e geralmente quando não tenho esse apego acontece duas (tristes) coisas: Desisto logo de início ou demoro infinitos dias para finalizar, enfim. Isso acontece nas melhores famílias. Mas nem por isso deixei de destacar alguns trechos que achei importante. Pra quem concluiu o livro sabe que ele é repleto de reflexões maravilhosas. E, como meus leitores AMAM esses destaques, selecionei meus favoritos. Uma das vantagens de usar o Kindle, é marcar esses trechos e guardar para servir como referências-motivações em dias futuros.

E se você ainda não me segue no INSTAGRAM corre lá. Tenho certeza que vai amar.


TRECHOS LITERÁRIOS

“Só porque você acredita firmemente numa coisa não significa que ela seja verdadeira.”

“Se prestarmos bastante atenção, sempre conseguiremos descobrir alguma compensação no sofrimento.”

“A confiança é fruto de um relacionamento em que você sabe que é amado.”

“É verdade que os relacionamentos são muito mais complicados do que as regras, mas as regras nunca vão lhe dar as respostas para as questões profundas do coração. E nunca irão amar você.”

“A pessoa que vive dominada pelos medos não encontra liberdade no meu amor.”

Quotes Literários do livro 'A Cabana'

“Crescer significa mudar, e mudar envolve riscos, uma passagem do conhecido para o desconhecido.”

“O mundo está cheio dessas pessoas que têm o sorriso nos lábios e o veneno no coração: que são dóceis desde que nada as ofenda, mas que mordem à menor contrariedade; cuja língua dourada, quando falam frente-à-frente, se transforma em dardo envenenado quando falam por trás.”

“Deus não precisa castigar as pessoas pelos pecados. O pecado já é o próprio castigo, devora as pessoas por dentro. O objetivo de Deus não é castigar, Sua alegria é curar.”

“É bom para a alma deixar que as águas rolem de vez em quando, as águas que curam.”

“A vida machucou você. As mentiras são um dos lugares mais fáceis para onde os sobreviventes correm. Elas dão um sentimento de segurança, um lugar onde você só precisa contar consigo mesmo.”


Eu amo colecionar frases desde a adolescência. Como disse acima, serve como motivação e reflexão ao encontrar alguma dificuldade. E os livros são um belo tapa na cara quando se precisa. E você, já leu este livro?

Disponivel na Amazon: A cabana.

Gostou? Não saia sem antes destacar seu trecho preferido
beijos e até a próxima.


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Olá! Me chamo Anália. Criei este espaço para quem está levando a própria vida a sério. Reflexões sobre amadurecimento, relações interpessoais, livros e a busca por uma vida mais simples, consciente e significativa. Fico grata por sua presença ♥

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