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O que o estoicismo me ensinou sobre viver

Existem livros que nos oferecem conhecimento.
Outros, porém, nos oferecem perspectiva.

Enquanto lia Pense como um Estoico, de Ken Mogi, percebi que a leitura não estava apenas me ensinando sobre uma filosofia antiga, mas me questionando sobre a forma como tenho vivido. Vivemos em uma sociedade que nos incentiva a reagir a tudo. Um contratempo parece o fim do mundo, uma crítica pode arruinar o dia e um plano que não acontece exatamente como imaginávamos é suficiente para nos frustrar. Aos poucos, vamos entregando nossa paz a circunstâncias que, na maioria das vezes, nunca estiveram sob o nosso controle.

Foi justamente essa percepção que mais me marcou durante a leitura.

Os estoicos defendiam uma ideia simples, mas profundamente desafiadora: existem coisas que dependem de nós e outras que simplesmente não dependem. Gastar energia tentando controlar aquilo que foge às nossas mãos apenas aumenta o sofrimento.

À primeira vista, esse pensamento pode parecer frio. Mas, para mim, aconteceu o contrário. Encontrei liberdade. Quantas vezes sofremos por decisões que pertencem aos outros? Quantas noites perdemos tentando mudar acontecimentos que já passaram? Quanto tempo desperdiçamos alimentando expectativas sobre situações que jamais poderemos controlar?

Talvez viver melhor não signifique controlar mais, mas aceitar mais.

Essa talvez tenha sido uma das maiores lições que o livro me deixou: serenidade não é a ausência de problemas. É a capacidade de permanecer firme mesmo quando nem tudo acontece como gostaríamos.

Naturalmente, enquanto lia, também pensei na minha fé. Como cristã, acredito que a paz não nasce apenas do domínio das emoções, mas da confiança em Deus. Ainda assim, encontrei um ponto de encontro entre essas duas perspectivas: ambas nos lembram que insistir em controlar tudo apenas torna o coração mais pesado.

Tenho percebido que viver bem exige menos reatividade e mais discernimento. Nem toda opinião merece resposta. Nem todo problema exige desespero. Nem toda dificuldade precisa roubar a nossa paz. Talvez a verdadeira força esteja justamente nisso: aprender a cuidar daquilo que está ao nosso alcance e entregar o restante a Deus.

No fim da leitura, percebi que o estoicismo não me ensinou a sentir menos. Também não me ensinou a ignorar a dor ou fingir que as dificuldades não existem. Ele apenas me lembrou de algo que, muitas vezes, esquecemos: a vida se torna mais leve quando deixamos de lutar contra tudo aquilo que nunca esteve em nossas mãos e talvez viver melhor comece exatamente aí.

Beijos e até a próxima.
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Eu e meu pavio curto...

Por muito tempo eu pensei que raiva e espiritualidade fossem opostos.
Que quem realmente conhecia a Deus já não sentia esse calor no peito, essa vontade de se calar para não ferir ou, pior, explodir e depois se arrepender. Mas, ao ler “Eu, meu pavio curto e Deus”, de Lisa Bevere, percebi que há algo mais santo e mais profundo por trás da raiva do que eu imaginava.

Lisa diz que a raiva é um sinal de que há algo em nós que Deus deseja restaurar. É o alarme espiritual que soa quando estamos ignorando uma dor, uma injustiça ou um limite ultrapassado. Não é o sentimento que nos afasta de Deus — é o silêncio diante dele que nos adoece.
 Novo E-book Disponível! Por uma Vida Mais Analógica.
Uma leitura leve, profunda e transformadora. Comece hoje sua jornada para uma vida mais simples e intencional.

🌿 Quando o Espírito Santo toca no ponto que mais dói.

Quantas vezes engolimos palavras por medo de parecer “difíceis”, “instáveis” ou “espiritualmente imaturas”? A mulher cristã foi, muitas vezes, treinada para ser agradável — mesmo quando algo dentro dela grita por justiça, por mudança, por cura. Mas o Espírito Santo não trabalha em corações que fingem. Ele trabalha em corações expostos, ainda que tremendo.

Foi libertador perceber que eu podia dizer a Deus:

“Senhor, eu estou com raiva. Eu não quero pecar, mas eu preciso que o Senhor olhe para isso comigo.”

E Deus não recuou. Ele ficou. E me mostrou que por trás da irritação havia tristeza não expressa, cansaço acumulado, e expectativas não sustentadas por graça. 

A raiva que protege o que é santo.

Lisa Bevere escreve algo que ficou ecoando em mim:

“A mesma paixão que faz você perder o controle pode, quando entregue a Deus, fazer você proteger o que é sagrado.”

Isso muda tudo. A raiva redimida não destrói — ela defende o que Deus valoriza. Ela não é o fogo do inferno; é o fogo da santificação. E se deixarmos o Espírito Santo acender esse fogo no altar certo, ele queimará o orgulho, o ego e o medo, até restar apenas pureza. Talvez Deus não queira que você “pare de sentir”, mas que aprenda a sentir com Ele. A raiva pode se tornar um ponto de encontro entre o seu coração e o coração d’Ele — o lugar onde você deixa de fingir ser forte e finalmente é curada.  

Um convite à honestidade.

Hoje, se algo tem provocado sua alma, não se culpe por sentir. Pergunte-se:

  • O que essa raiva está tentando me mostrar?
  • Há algo que eu preciso entregar a Deus antes que exploda sobre alguém?
  • Estou permitindo que o Espírito Santo transforme essa chama em luz?

A verdade é que a mulher curada não é a que nunca se irrita — é a que aprendeu a conversar com Deus antes de reagir ao mundo.

E você, querida leitora?
Quando foi a última vez que sua raiva te levou a conversar sinceramente com Deus? Deixe nos comentários: qual tem sido o maior desafio para entregar suas emoções ao controle do Espírito Santo?

Beijos e até a próxima.
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Como manter a fidelidade à Palavra de Deus diante de uma cultura em constante transformação?


As mudanças culturais dos últimos anos trouxeram novos desafios para quem deseja viver uma fé verdadeira e coerente. Mas será que é possível seguir firme sem ceder, sem se esconder e sem ferir? Neste texto, convido você caro(a) leitor(a) a refletir sobre como manter-se fiel ao Evangelho sem perder o amor pelo próximo.

Vivemos tempos de mudanças rápidas. Basta olhar ao redor: ideias que antes pareciam sólidas agora são postas em dúvida, enquanto outras, até pouco tempo consideradas polêmicas, viraram norma. Em meio a isso tudo, muitos cristãos se veem perdidos, tentando entender como viver a fé de forma fiel — sem medo, mas também sem ódio.

A cultura atual passou por transformações profundas. As conversas sobre gênero, sexualidade, justiça e até mesmo sobre o que é verdade, ganharam novos contornos. Algumas dessas mudanças foram bem recebidas por parte da sociedade, enquanto outras provocaram desconforto e divisão.

O que antes era visto como valor inquestionável, hoje pode ser chamado de ultrapassado — ou até ofensivo. E o cristão, que busca viver com base na Palavra de Deus, acaba muitas vezes no centro dessa tensão. Como conciliar amor ao próximo com fidelidade à verdade? Como ser firme sem ser intolerante?

Temos visto situações delicadas: atletas que se identificam com o sexo oposto participando de competições femininas; filmes e séries que promovem ideologias sem espaço para o contraditório; escolas onde crianças são incentivadas a adotar discursos que fogem da visão cristã de mundo. É natural que muitos crentes se sintam pressionados, confusos ou até tentados a moldar sua fé à cultura — ao invés de moldar sua vida à fé.

Mas aqui vai um lembrete importante: Deus não mudou. A verdade não perdeu o valor só porque o mundo mudou seu vocabulário. É justamente nesses momentos de incerteza que somos chamados a viver com ainda mais coragem e amor — dois ingredientes que o verdadeiro cristão jamais deve separar.

Ser cristão hoje exige discernimento. Exige saber quando falar e quando ouvir. Exige firmeza sem arrogância, e compaixão sem concessão. A verdade bíblica continua sendo a rocha em meio às marés do tempo. E por mais que os ventos soprem forte, é possível — e necessário — segurar a linha.

Em vez de temer o mundo, somos chamados a iluminá-lo. Não com discursos raivosos ou dedos apontados, mas com uma vida que reflita a graça e a verdade de Cristo. Que possamos caminhar com convicção, mas com ternura. Com firmeza, mas com gentileza. Com fé, mesmo quando parecer que estamos na contramão.

Porque, no fim, a fidelidade vale mais do que a aprovação.
Este texto foi baseado no livro: Segure a Linha: Um Chamado à Coragem Cristã em uma Cultura de Conformidade escrito por Erik Reed.

Gostou desse artigo? Deixe aqui nos comentários.
Beijos e até a próxima.

 

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livro 'O diário de Anne Frank'

Olá gente bonita, gente que lê. Tudo bem?
Recentemente, conclui a leitura do livro “O diário de Anne Frank” e dei as minhas impressões literárias lá no instagram. É um livro interessante. A narrativa sempre em primeira pessoa fala sobre os acontecimentos que a jovem Anne passou durante a segunda guerra mundial. Enclausurada com sua família por mais de dois anos em um armazém secreto, ela conta em seu diário como era viver escondida por ser judia. Mais tarde infelizmente, o esconderijo é descoberto e Anne Frank morre aos 15 anos. Porém seu diário tornou-se a maior referência artística e literária de todos os tempos.


TRECHOS LITERÁRIOS

“Para ser franca, não consigo imaginar como alguém poderia dizer "Eu sou fraco" e continuar assim. Se você sabe isso ao seu respeito, por que não luta contra, por que não desenvolve o caráter?”

"A gente não faz ideia de como mudou até que a mudança já tenha acontecido."

“Uma coisa te vou dizer: se quiseres conhecer bem uma pessoa, tens de te zangar uma vez com ela. Só então é que podes julgá-la.”

“O homem é grande de espírito mas mesquinho nas ações.”

“Para amar alguém, a primeira condição é poder admirar - admirar e respeitar."

“Ninguém quer ver o perigo até que ele aparece cara a cara.”
'O diário de Anne Frank'
Este é o diário oficial de Anne. Hoje, exposto no museu "A casa de Anne Frank" onde foi o esconderijo da família em Amsterdã.

“Ideias, sonhos e esperanças crescem em nós, e depois são esmagados pela dura realidade.”

"Com meu diário, quero dizer que pretendo ir mais adiante; não posso me imaginar vivendo como minha mãe ou a sra. Van Daan e todas aquelas mulheres que cumprem suas obrigações e mais tarde são esquecidas. Eu preciso ter algo mais que um marido e filhos, algo a que possa me devotar totalmente. Quero continuar vivendo depois da minha morte..."

"Não acredito que apenas os homens de projeção, os políticos e os capitalistas sejam culpados pela guerra. Não, o homem comum também é... Há uma urgência nas pessoas em destruir e matar, e até que toda a humanidade, sem exceção, passe por uma grande mudança, as guerras se sucederão."

“Apesar de tudo eu ainda creio na bondade humana."


“Quem tem coragem e fé nunca perecerá na miséria."

“O melhor de tudo é o que penso e sinto, pelo menos posso escrever; senão, me asfixiaria completamente. “


“Pense em toda beleza que ainda resta em torno de você e seja feliz”


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Beijos e até a próxima.
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O papel de parede amarelo de Charlotte Perkins Gilman

Estava sentada no café entre esquinas, quando se formou uma roda de mulheres, num desses encontros orquestrados por esse tal de destino-acaso. Desenhista-escritora-vendedora-arquiteta-do-lar. E, no embalo de pesados goles de café, um diálogo teve início... sobre nossas muitas realidades, que fez ecoar pelo ar, risadas espaçadas e curiosas demonstração de espantos... indo atracar repentinamente no livro: 'o papel de parede amarelo'. 

Como ainda não o tinha lido... a não-leitura me permitiu participar-observar o interessante debate. Opiniões interessantes-dissonantes sobre o nosso ‘papel’, na realidade paulistana. Mulheres entre 30 e 40 anos. Classe média. Brancas. Graduadas e sem filhos. Privilegiadas... com um espaço-mundo a disposição. Nenhuma era capaz de relatar preconceitos sofridos-vivenciados. Agressões físicas-verbais. O que nos coloca em um seleto grupo com consciência de que: ‘somos exceção’ e gera um sentimento dúbio de alegria-tristeza-gratidão. 

Assim que cheguei a casa, fui atrás do livro, na prateleira. Há tempos que ensaio essa leitura, que foi ficando para esse tempo inexistente: o depois – convertido em hoje, nessa noite, em que deixei meus olhos atracarem nas sessenta e nove páginas, onde um Conto se escreve. 

Se trata de uma leitura rápida... que nos obriga a uma pergunta: 'qual o papel na realidade, que me abriga?'. E a resposta causou a mesma dor, que um soco na boca do estômago. Fiquei completamente sem ar, a espiar o lugar-espaço. A ponderar minhas escolhas, medir meus espaços e a revisitar certos diálogos. 

Quando nascemos, não somos ninguém. Por mais que digam e insistam no contrário. E, aos poucos, vamos sendo inseridos em conceitos prontos. Aprendemos a partir da doutrina familiar o que é certo-errado, bom-mal... para nós e para o outro. 


Alguns de nós se libertam dessas amarras.
Outros, no entanto, se veem presos a esse papel (amarelo).


Antigamente, as mulheres deveriam ser donas de casa, mães dos filhos dos homens de bem... e cuidar para que o lar fosse um ambiente confortável para esses Senhores, que tinham um mundo inteiro para si. Éramos educadas para esse fim... e poucas, conseguiam se desvencilhar dessa sina. 

Muita coisa mudou, mas os papéis aos quais somos destinadas, ainda passam por conceitos, com objetivos claros: nos manter (sempre) em nossos lugares. Recentemente o filho de um candidato à presidência, disse que: 'mulheres de direita são mais bonitas'. Ah! O peso de certas frases, ditas com alvo certo. 

As opressões e ditaduras estão por todos os cantos. Em um universo feito por Homens para homens, não é nada fácil se sobressair e evitar certos papéis. Dizer em voz alta que não pretende ter filhos, que não quer se casar e ter uma casa. E, acredite, o contrário disso também. As fogueiras ainda são acesas e se queimam muitas de nós nessas chamas. 

A relação da personagem com o ‘papel de parede amarelo’ é de obsessão, por estar confinada num quarto, que é sua vida-realidade-casamento... seu papel no mundo, enquanto mulher. Tudo a limita e aprisiona. Arrancar esse papel de parede amarelo é a única maneira de libertar-se. O desconforto, no entanto. está em não ser capaz de identificar sua condição: corpo-parede-papel. 



Disponivel na Amazon: O papel de parede amarelo

Charlotte Perkins Gilman

Editora José Olympio

Apresentação Marcia Tiburi

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Quotes Literários do livro 'A Cabana'

Oláa amoores, tudo certinho?
Recentemente conclui a leitura do mês de Setembro. Pra quem me acompanha nas redes sociais do blog, viu as minhas considerações sobre o livro “A Cabana” do Autor William P. Young. Livro este, que teve seu lançamento oficial em 2007 com mais de 4 milhões de livros vendidos no Brasil e até hoje é super comentado.

No entanto, não me encontrei na leitura, e geralmente quando não tenho esse apego acontece duas (tristes) coisas: Desisto logo de início ou demoro infinitos dias para finalizar, enfim. Isso acontece nas melhores famílias. Mas nem por isso deixei de destacar alguns trechos que achei importante. Pra quem concluiu o livro sabe que ele é repleto de reflexões maravilhosas. E, como meus leitores AMAM esses destaques, selecionei meus favoritos. Uma das vantagens de usar o Kindle, é marcar esses trechos e guardar para servir como referências-motivações em dias futuros.

E se você ainda não me segue no INSTAGRAM corre lá. Tenho certeza que vai amar.


TRECHOS LITERÁRIOS

“Só porque você acredita firmemente numa coisa não significa que ela seja verdadeira.”

“Se prestarmos bastante atenção, sempre conseguiremos descobrir alguma compensação no sofrimento.”

“A confiança é fruto de um relacionamento em que você sabe que é amado.”

“É verdade que os relacionamentos são muito mais complicados do que as regras, mas as regras nunca vão lhe dar as respostas para as questões profundas do coração. E nunca irão amar você.”

“A pessoa que vive dominada pelos medos não encontra liberdade no meu amor.”

Quotes Literários do livro 'A Cabana'

“Crescer significa mudar, e mudar envolve riscos, uma passagem do conhecido para o desconhecido.”

“O mundo está cheio dessas pessoas que têm o sorriso nos lábios e o veneno no coração: que são dóceis desde que nada as ofenda, mas que mordem à menor contrariedade; cuja língua dourada, quando falam frente-à-frente, se transforma em dardo envenenado quando falam por trás.”

“Deus não precisa castigar as pessoas pelos pecados. O pecado já é o próprio castigo, devora as pessoas por dentro. O objetivo de Deus não é castigar, Sua alegria é curar.”

“É bom para a alma deixar que as águas rolem de vez em quando, as águas que curam.”

“A vida machucou você. As mentiras são um dos lugares mais fáceis para onde os sobreviventes correm. Elas dão um sentimento de segurança, um lugar onde você só precisa contar consigo mesmo.”


Eu amo colecionar frases desde a adolescência. Como disse acima, serve como motivação e reflexão ao encontrar alguma dificuldade. E os livros são um belo tapa na cara quando se precisa. E você, já leu este livro?

Disponivel na Amazon: A cabana.

Gostou? Não saia sem antes destacar seu trecho preferido
beijos e até a próxima.


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Meus livros favoritos

Hey leitores da minha vida. Tudo beem?
Eu tenho ou não tenho os melhores do mundo? Tenho sim. Vejo que vocês estão sempre por aqui grudados esperando pelo novo artigo a ser lançado. Essa semana está maravilhosa. Uma semana de posts diários comigo é supimpa, estão gostando? Espero que sim. E hoje, vim mostrar à vocês meus livros favoritos. Foi muito difícil selecioná-los. Depois que desenvolvi o hábito da leitura tornou-se um caminho sem volta, ainda bem né? Ler é bom demais gente, enriquece a vida, enriquece a alma. Bom, aqui listei apenas cinco exemplares, por enquanto. No entanto posso trazer outros livros em uma nova postagem que tal? Indicações literárias nunca são demais.

Simbora galera!!

Meus livros favoritos
imagem: Teleguiado

A SUTIL ARTE DE LIGAR O FODA-SE:
AUTOR: MARK MANSON
PÁGINAS: 224
LANÇAMENTO: 2017.

Mark Manson usa toda a sua sagacidade de escritor e seu olhar crítico para propor um novo caminho rumo a uma vida melhor, mais coerente com a realidade e consciente dos nossos limites. E ele faz isso da melhor maneira. Como um verdadeiro amigo, Mark se senta ao seu lado e diz, olhando nos seus olhos: você não é tão especial. Ele conta umas piadas aqui, dá uns exemplos inusitados ali, joga umas verdades na sua cara e pronto, você já se sente muito mais alerta e capaz de enfrentar esse mundo cão.

SOBRE A LEITURA: Apesar do título ser meio grosseiro, apreciei esse livro com prazer. É um tapa na cara de forma cômica, me peguei várias vezes sorrindo das loucuras que o autor menciona e são de fato verídicas, fiz várias anotações. Aprendi muito com suas escritas firmes e sucintas.

Meus livros favoritos
imagem: resenhasalacarte

O PEQUENO PRÍNCIPE
AUTOR: ANTOINE DE SAINT EXUPÉRY
PÁGINAS: 96
LANÇAMENTO: 1943

Um piloto cai com seu avião no deserto e ali encontra uma criança loura e frágil. Ela diz ter vindo de um pequeno planeta distante. E ali, na convivência com o piloto perdido, os dois repensam os seus valores e encontram o sentido da vida.

SOBRE A LEITURA: O livro mais vendido do mundo. A obra escrita pelo francês Antoine de Saint Exupéry já foi editada pelo menos 500 vezes. É difícil você encontrar alguém que não foi tocado pela mensagem que a história do Pequeno Príncipe nos passa. Sou apaixonada por ele. Meu primeiro amor literário, onde tudo começou. Sem dúvida esse livro marcou muitas gerações, inclusive a minha.

Meus livros favoritos
imagem: Talita Scoralick

O MILAGRE DO AMANHÃ
AUTOR: HAL ELROD
PÁGINAS: 196
ANO: 2016

É um guia para o desenvolvimento pessoal. Através dele conhecemos ferramentas para melhorar nossos resultados na vida pessoal e profissional. O livro trata da importância de se estabelecer uma rotina matinal e dos benefícios dessa prática.

SOBRE A LEITURA: É um livro motivador que dispõe de várias técnicas para tornar-se uma pessoa melhor, acordar cedo é uma delas. No início da leitura não é tão instigante pois ele conta sua história triste mas é sim um livro que se for colocar em pratica a risca tudo que está escrito terás um belo dia, todos os dias. Eu mesmo comecei adquirir alguns de seus métodos.

Meus livros favoritos
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TRÊS HISTÓRIAS E UM DESTINO
AUTOR: R.R SOARES
PÁGINAS: 151
ANO: 2004

Três histórias diferentes, três pessoas buscando a mesma resposta para seus dilemas: como traçar um novo rumo na vida? Cada um pode trilhar a própria história e ir ao encontro de seu destino. Mas, às vezes, durante esse percurso, as circunstâncias parecem nos engolir diante de um grande desafio e acabamos nos perdendo no caminho.

SOBRE A LEITURA: Li aos 16 anos de idade mais ou menos e nunca me esqueci dele. É uma obra tocante, que fala no infinito amor de Deus pelo ser humano e de todas as consequências desse amor inigualável. As histórias narradas nesta obra são semelhantes à história de tantas pessoas que, iludidas pelo inimigo, experimentam duras provas e sofrem “na pele” as consequências de seus maus passos. No entanto, Deus sempre lhes dá oportunidade de reconhecer os erros e voltar para os braços daquele que lhes pode dar o destino que almejam. O livro foi adaptado para as telonas em 2012. Veja o trailer.

Meus livros favoritos
imagem: garotaperdidanoslivros

OUTROS JEITOS DE USAR A BOCA
AUTOR: RUPI KAUR.
PÁGINAS: 208
ANO: 2014

É um livro de poemas sobre a sobrevivência. Sobre a experiência de violência, o abuso, o amor, a perda e a feminilidade. O volume é dividido em quatro partes, e cada uma delas serve a um propósito diferente. Lida com um tipo diferente de dor. Cura uma mágoa diferente. Outros jeitos de usar a boca transporta o leitor por uma jornada pelos momentos mais amargos da vida e encontra uma maneira de tirar delicadeza deles.


LEIA A RESENHA COMPLETA DESTE LIVRO AQUI

SOBRE A LEITURA: Sabe aquele livro que você devora em 30 minutos? Meu tempo recorde em uma leitura, primeiro porque ele une fatores que me prende a cada página e uma delas é a poesia. No trecho " da próxima vez que ele comentar que os pelos de suas pernas cresceram de novo lembre esse garoto que o seu corpo não é a casa dele ele é um hospede avise que ele nunca deve passar por cima das boas-vindas de novo" diz que precisamos nos valorizar e nos amar sem precisar de segundas opiniões. Eu recomendo este livro para as mulheres mas também para os homens que possam se sensibilizar com as mensagens da Rupi. 

Aqui no blog você encontra diversas resenhas literárias. Lembrando que todos os livros citados estão disponíveis na Amazon, basta clicar no titulo do livro. Se você é novo por aqui e caiu de paraquedas, seja muito bem-vindo(a). Assunto literário é o que não falta.

Gostou? Não saia sem antes deixar sua opinião.
beijos, até a próxima.



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Questão de ênfase de Susan Sontag

Antes de sair de casa, nessa manhã de segunda-feira — a última de agosto — saquei da prateleira um de meus livros preferidos-lidos-muitas-vezes nos últimos anos, como forma de oxigenar a mente... porque preciso respirar quando finalizo projetos pessoais. 

Aproveitei os movimentos da cidade — a bordo do Coletivo — por caminhos conhecidos... do Centro — e sua arquitetura antiga-amontoada-modorrenta — à Zona Sul — suas elegantes alamedas a se oferecer aos pés... e os caprichosos cafés entre esquinas a me convidar para horas de leitura-escrita-café... 

Enquanto o ônibus acessava a vinte e três de maio... me misturava aos ensaios escritos por Susan Sontag entre 1981 e 2001 — devidamente esparramos por 446 páginas. 

O livro “questão de ênfase” — um dos últimos a ser organizados-publicados pela autora — nos afronta e parece inventado para nos arrancar de nossa impiedosa zona de conforto. Não é possível permanecer indiferente a voz firme-forte da autora, que diz-escreve o que pensa-sente a respeito das coisas do mundo, como se tudo estivesse a sua espera para contestar-criticar ou apenas nos apresentar. 

Gosto imenso de seu grito agudo diante de uma realidade frágil-comum, com a qual ninguém quer mexer porque é como um enxame de abelhas. 

Susan, no entanto, parece não se importar com os ferrões... e se mostra disposta a fazer uso de toda a sua paixão-sensibilidade-e-criatividade ao falar-escrever sobre a literatura moderna-contemporânea, sem se render aos livros-frutos do mercado, dando preferência a produções fora dos centros dominantes. 

É admirável como Susan não nos cala com sua voz firme-forte, pelo contrário, nos convoca ao embate-debate de idéias, nos obrigando a reflexão. 

LEIA OUTRAS RESENHAS LITERÁRIAS AQUI

Que falta faz a esse tempo de discursos viciados, alguém que faça uso desse elemento introduzido por Sartre, aprimorado por Said, Vidal, Susan... e outros poucos. 

É impossível não concluir que estamos cada vez mais pobres-miseráveis-limitados-incapazes. Repetimos frases prontas. Recusamos o debate. Preferimos discussões vazias-iguais. Não aceitamos ser contestados e discordamos por discordar somente, porque o novo e o diferente nos incomoda. 

Durante a leitura fiz algumas pausas para admirar o mundo ao meu redor e ver o que mudou desde a partida da autora... no ano de 2004. É estranho perceber que ela fez previsões assertivas. Não se enganou no que deixou escrito — promessas-premissas. O mundo piorou e nós também. 


Para quem se interessar... 'questão de ênfase' está dividido em três partes. A primeira —ler — é dedicada a literatura. A segunda — ver — as artes e visuais... e a terceira e última parte — aqui e acolá —, nos deparamos com o testemunho de uma mulher-navegante, que percorreu continentes, se misturou a povos-culturas, foi outra e voltou para si, modificada pelos temas que derramou nessas páginas.

Não é um livro para se ler aos poucos, em pequenos goles, com pausas necessárias para oxigenar a mente-alma-pele e deixar se perder do mundo-vida-coisas. 

Você viaja através dos séculos... lamenta a morte-vida, o plano futuro e o passado-perdido — por ter chegado um dia depois de tantas coisas, Mas, reconhece que, infelizmente, não é tarde mais para experimentar de certos elementos que mesmo após ampla discussão, permanecem em pauta, graças a nossa limitação. Ao menos, somos capazes de reconhecer onde foi que tudo desandou e o que deixamos de fazer para ser melhor do que éramos ontem. 

Em ‘questão de ênfase” é impossível saciar a sede de leitora, mas não dá para recusar a febre que causa na pele da mulher, que sou. E não tenho dúvidas de que era isso que pretendia a autora-ensaísta.
Disponível na Amazon: Questão de ênfase, ensaios
Where the stress falls: essays 
Susan Sontag — Companhia das Letras 
2005
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Livro 'O Milagre do Amanhã'
Imagem: http://talitascoralick.com.br

Hey amores, tudo tranquilo?? 

Gente, o primeiro quote literário que postei recentemente foi um grande sucesso. Recebi bastantes comentários positivos. E, se você gosta desse tipo de post, seu pedido é uma ordem. Porque quem manda são vocês e o 'Levando a Sério' não é nada sem vocês. Mesmo sabendo que tem muitos leitores escondidinhos por ai. 

Apareçam!!! Quero dá meu abraço virtual em cada um. 

Bom, o livro de hoje é do Hal Elrod responsável pelo best-seller “O milagre do amanhã” - Um guia de desenvolvimento pessoal que mostra os benefícios de acordar cedo apresentando alguns passos a serem realizados antes de começar o seu dia, pelo menos uma hora antes de começar de fato a trabalhar. O objetivo é fornecer energia para encarar as atividades rotineiras, desenvolver o seu potencial e ser mais produtivo. 

O início da leitura confesso, é um bocado chatinha. Sem entrar logo no conceito direto, passa a maior parte do tempo explicando como o milagre da manhã é maravilhoso, como as pessoas transformaram suas vidas e blablabá… só benefício e propaganda, sabe como é? No entanto, tenha paciência. Fica bem legal depois. 

TRECHOS LITERÁRIOS


“Você está onde está por causa de quem era, mas onde você vai depende inteiramente de quem você escolhe ser.” 

“Você está onde está por causa de quem era, mas onde você vai depende inteiramente de quem você escolhe ser.” 

“Faça o que é certo não o que é fácil.” 

“Se você quer que sua vida seja diferente, precisa estar disposto a fazer algo diferente” 

“Quando acordar, torne sua manhã mais significativa. Pois aquilo que você faz quando acorda determina seu astral para o dia inteiro. E então ele traz algumas ideias de como tornar essa primeira hora (ou alguns minutos, se você achar que não tem tempo) para realizar o seu “milagre da manhã”. 

“Se você está cercado de pessoas preguiçosas, de mente fraca e que dão desculpas, inevitavelmente, se tornará como elas.” 

“Mesmo que você frequente uma academia no final do dia, não deixe de começar o seu dia com algum exercício, você verá a diferença.” 

Um dos trechos mais atraentes do livro (pra mim) foi a rotina básica que o autor faz a cada manhã. Baseia-se em:

  • Silêncio: Realizar atividades silenciosas, fazer uma oração, como meditar, refletir sobre algum assunto etc.
  • Afirmações: Fazer afirmações positivas para você mesma(o), a fim de trabalhar medos, maus hábitos, auto-estima baixa e inseguranças. 
  • Visualização: Revisar grandes sonhos, objetivos, a pessoa que você quer ser, entre outros. 
  • Exercícios: Atividade física como caminhada, yoga, alongamento ou o que preferir. 
  • Leitura: Ler histórias inspiradoras, algo que te desenvolva pessoalmente ou profissionalmente. 
  • Escrita: Escreva suas reflexões, pensamentos, descreva seu estado de espírito, agradeça, faça listas.

Recomendo a leitura. Aderi algumas dicas citadas no livro como: acordar mais cedo e praticar atividade física logo pela manhã. O efeito da mudança tem me proporcionado uma boa qualidade de vida. 
Gostou?? Não saia sem antes deixar seu comentário 
beijos e até a próxima
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hábito da leitura

Hey amores, tudo bem com vocês? 
Hoje tomei um susto quando me deparei que chegamos na metade do ano, amanhã já é 2019 praticamente. Tá! Eu exagerei, mas não é assustador pensar que estávamos curtindo o ano novo há poucos dias? Ainda não consegui alcançar a metade das metas de 2018. 

Calma aê mundâo, freeeeeeia que eu quero descer!!! 

Pelo menos uma, das principais metas foi concluída com sucesso e estou transbordando felicidade; ler mais livros do que o habitual. Vou confessar um segredo: a pessoa que vos fala ODIAVA LER, isso mesmo! Passava longe das bibliotecas, só quando era obrigação da escola. Não tive esse prazer na infância-adolescência, meus pais erraram muito nesse quesito, nunca fui incentivada e sim, obrigada. O que era péssimo pois pra mim não passava de algo chato e sem graça. Triste porém verídico, sei que muitas pessoas se identificam e conheço algumas até. Aos 23 anos, comecei a ter outra visão sobre literatura, entretanto ainda não curtia a ideia de criar tal hábito. Demorei bastante para acostumar, até que um belo dia ensolarado, fiz algumas coisas para transmutar e confesso, mudou a minha vida. 

A leitura é algo singular. Não é internamente transferível e quanto mais você ler mais conhecimento adquire. Como dizia o grande escritor-cientista Benjamin Franklin "Investir em conhecimento rende sempre os melhores juros". Conhecimento é a riqueza que ninguém tira, portanto não importa qual seja sua preferência, saiba que a leitura é essencial e cá estou para ajudá-los a mergulhar a fundo hoje mesmo.

Simbora bebês...

POR ONDE COMEÇAR?

O segredo é começar por partes. Leitura é diversão e não uma obrigação. Temos que ler por prazer. Comece lendo coisas pequenas e com as quais se identifique. Vale tudo: bíblia, Hqs, bula de remédio, rótulo de produtos, catálogos, manuais. Aprimore seu gosto, leia histórias curtas, descubra contos enfim, aos poucos passará para os livros maiores. Não se sinta obrigado a ler textos complexos e compridos demais. Contos, poemas e crônicas são textos que contam histórias em poucas páginas. 

ESTABELEÇA HORÁRIOS E METAS

Crie uma rotina com um horário destinado à leitura. Ler é um hábito, portanto é essencial que você tenha tempo para desempenhá-lo e dedique-se a estimulá-lo. Se não consegue fazer isso em casa, procure uma biblioteca mais próxima. Frequentar bibliotecas é uma ótima maneira de estimular a leitura, pois nelas é possível encontrar livros de todos os gêneros, pegá-los emprestado sem pagar nada e o “clima” é completamente diferente, o silencio para quem tá começando é crucial. As metas foram primordiais para que pudesse chegar ao meu objetivo, como por exemplo: Ler de 10 a 20 minutos por dia, um capitulo por dia, um livro por mês e por ai vai... 

CICLO SOCIAL LITERÁRIO

Essa é a hora de usar a internet a seu favor. Frequente páginas, instagrans, sites e blogs literários. Interaja e tire dúvidas. Eles costumam a postar resenhas de um determinado livro e avaliar de acordo com a leitura. Uma dica é a rede social Skoob específica para leitores. Você pode pedir também, sugestões a amigos, familiares e até professores sobre livros mais simples e que prenderão você na leitura. Além disso, trocar ideias com o grupo sobre o que andam lendo é ótimo. Outra dica é, visitar locais como feiras literárias, além de apresentar diversas obras e gêneros, é possível se relacionar com pessoas que também gostam de livros ou que estão buscando o mesmo propósito.

LEIA TAMBÉM: TRECHOS FAVORITOS DO LIVRO "A SUTIL ARTE DE LIGAR O FODA-SE"

TEMAS QUE ATRAEM

Procure temas que chamem a atenção. Esse é o passo inicial para que possa desenvolver o hábito como: romance, fantasia, biográfico, drama, aventura, autoajuda, religiosidade e muitos outros. Gosta de series e filmes baseados em livros? Que tal conhecer seu personagem favorito mais a fundo. Você já ouviu falar que as historias dos livros são sempre melhores que os filmes né? 

TENHA SEMPRE UM LIVRO À MÃO

Aproveite pequenas oportunidades do dia. No transporte público, na consulta médica, no intervalo entre uma aula e outra, na pausa para o almoço... Levar um livro na bolsa ou a versão digital no e-book ou tablet também é uma forma de incentivo. Faça com que a leitura se torne fundamental, não é tão difícil e faz muito bem para o cérebro. Insista nesse objetivo.

NÃO DESISTA

Agora já tem alguns caminhos a seguir para criar o hábito da leitura do seu jeito. Continue praticando os passos que escolheu, não relaxe em relação a isso. É fácil deixar cair no esquecimento e quando perceber já diminuiu seu ritmo de leitura. Como sabemos, ler é um exercício e devemos praticá-lo. Então, basta segui-los e com certeza superará as suas expectativas. Se não conseguir de primeira jamais desista, permaneça insistindo e quando alcançar o objetivo final, vai perceber o quão importante é e o bem que o fará. Isso deveria fazer parte da vida de todas as pessoas, meus amigos.

Descubra novos mundos, mergulhe fundo em novos conhecimentos e meios cada vez mais variados de aprender com os livros. Espero ter ajudado!

Boa leitura! 
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Meus desacontecimentos

Se tem uma coisa que gosto imenso de fazer, é passear entre prateleiras, principalmente as da Livraria Cultura... no Conjunto Nacional. Sempre que estou nas imediações, me atrevo por lá... e, saio a caça de títulos-capas-personagens-tramas e seus respectivos autores. Geralmente procuro pelo que conheço e reconheço mas, eventualmente acabo diante do desconhecido.
Raramente saio de mãos vazias. Amparada pelo meu instinto de leitora, já descobri muitos dos meus livros favoritos... no acaso dos passos-toques-e-olhares.

Na noite de ontem... depois de sair do cinema, escolhi repetir o ritual. Caminhei seguro por aquele universo peculiar — observando as coleções, sem compromisso, o que me fez recordar um Título — um desses lançamentos recentes que aguçam o paladar — que me levou ao balcão de atendimento, para uma rápida consulta.

E, enquanto aguardava pela minha vez... observei os livros deixados ali, para serem devolvidos as prateleiras. Dentre eles, a capa branco-leite, com um desenho simples-gostoso — que me fez ir e vir de minha infância — se ofereceu ao meu olhar e eu o degustei num apropriar-se morno. O título — num estalar de dedos — me remeteu à Pessoa... e pronto! — estabelecemos uma espécie de contato imediato de primeiro grau.

Como quem tem sede... folheei as primeiras páginas e, para minha surpresa, reconheci a autora de outros cenários — era o nome por trás das colunas lidas pela manhã, antes da vida acontecer. Avancei por entre os meus espaços de memória. Virei as páginas de maneira febril, aterrissando outras realidades.

Me perdi e fui trazida de volta... pela voz do atendente, que me retirou daquele transe, com suas respostas cheias. Ele tinha em mãos o livro-outro-lançamento...

Às vezes, penso que os atendentes da Livraria Cultura são magos disfarçados — eles sempre conseguem o que eu quero-preciso... e estão sempre prontos para falar de autores-livros. Não fazem caretas quando anuncio que nas minhas prateleiras há diferentes versões de um mesmo livro.

E, com os dois livros em mãos... me dirigi ao caixa. Enquanto esperava, fui desbravando a realidade de Eliane Brum, que escolheu contar sua vida através das palavras — em narrativas que são diálogos cheios-imensos-únicos. Logo ao abrir o livro nos deparamos com sua voz, de maneira inquieta, a se questionar — e ao fazê-lo, estende o questionamento a nós, leitores —, como cada um inventa uma vida? Como cada um cria sentido para os dias, quase nu e com tão pouco? Me sentia acabar-desmoronar... e recomeçar.

Eliana Brum, em cada página, nos convida a passar um tempo em sua companhia... como se nos esperasse para o famoso chá das cinco, com a mesa posta e as histórias enfileiradas para uma troca.

Eu degustei cada palavra... realidade e ficção. Leitor e Autor... dentro e fora. Fora e dentro. O lado A e B de uma trama, da qual a gente se apodera, por ser também a nossa história, contada por uma mulher que vai pincelando a si... melhorando e piorando esse passado que nos acena de dentro das páginas-corpo-memória.

Ao final, ali na página cento e dezoito, você encontra a palavra silêncio. Pois bem, não se sabe se vida ou morte, se fim ou começo, se verdade ou mentira. Mas eu solucei. Parei, fiquei muda, sem ar... e novamente me senti acabar. Desde então... ainda não voltei para casa-corpo... tempo presente. Mas não tenho pressa, porque já recomecei a leitura e me vi a bordo de outros passados... igualmente meus-dela-alheios, porque como propõe o livro... estou a me desacontecer.

Livro: Meus desacontecimentos de Eliane Brum

Meus desacontecimentos




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13 frases marcantes do livro "A Sutil Arte de Ligar o F*da-se."

Olá pessoas fofinhas, tudo de boas? 
Primeiro, começo dizendo que estou muito radiante com o meu progresso nas leituras, criei uma meta literária esse ano e estou bem próxima de alcançá-la antes do tempo determinado, e acredito que irei além do previsto. Logo eu, uma pessoa que detestava ler mas isso é conversa para um outro post.

É o seguinte; Recentemente conclui a leitura do livro “A sutil arte de liga o foda-se” de Mark Manson, muito bom por sinal apesar de ser um título peculiar é uma espécie de autoajuda, trata o olhar crítico do autor para propor um novo caminho rumo a uma vida melhor, mais coerente com a realidade e consciente dos nossos limites. Só que de forma bem inusitada, ele joga na cara umas verdades que precisamos ouvir as vezes, aquele papo de amigo para amigo sabe? E nele, destaquei alguns trechos que me chamaram atenção, frases de incentivo para o próprio desenvolvimento pessoal. 

Trechos Literários

“Você nunca será feliz se insistir em tentar descobrir o que é a felicidade. Você nunca viverá verdadeiramente se estiver procurando o sentido da vida.” 

“É por isso, por eles reservarem seus foda-se para o que não importa, os outros passam a se importar com elas.” 

“As maiores verdades da vida são as mais desagradáveis de ouvir."

“Tomar decisões com base apenas no que seu coração manda, sem auxílio da razão para se manter na linha, é pedir para dar merda."

“Priorizar valores melhores é escolher se importar com as coisas melhores, e, com eles, a vida é melhor."

“Ninguém além de você é responsável pela sua situação. Muita gente pode ser culpado pela sua infelicidade mas ninguém além de você será responsável por isso. É você quem escolhe como ver o que vive, como reagir aos acontecimentos e avaliá-los."

“Aprenda a suportar a dor que você escolheu."

“Se você está empacado num problema, não fique parado pensando, comece. Mesmo que não sabia o que está fazendo, o simples ato de entrar em ação e tentar solucionar o problema vai acabar fazendo as ideias certas aparecem na sua cabeça."

“A ideia não é fugir das merdas. É descobrir com qual tipo de merda você prefere lidar.”

“Enfrentar seus medos e suas ansiedades é o que vai fazer você criar coragem e perseverança.” 

“Já percebeu que, às vezes, quando você se importa menos com alguma coisa, acaba se saindo melhor? Já notou que geralmente é a pessoa menos empenhada que acaba se dando bem? Já reparou que às vezes, quando você para de se importar tanto, tudo começa a entrar nos eixos?” 

“Lembre-se: a dor tem um propósito.”

“Não espere por uma vida sem problemas, isso não existe. Em vez disso, torça por uma vida cheia de problemas pequenos.”

Quotes Literários

Se você não leu o livro, recomendo. Até comentei sobre o mesmo nas redes sociais do blog – Instagram. Por falar nisto, você já segue o blog nas páginas sociais? Estou sempre por lá, trazendo dicas de beleza, comentários literários e muito mais, sem contar que é uma fofura só, modéstia parte *-* 
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Olá! Me chamo Anália. Criei este espaço para quem está levando a própria vida a sério. Reflexões sobre amadurecimento, relações interpessoais, livros e a busca por uma vida mais simples, consciente e significativa. Fico grata por sua presença ♥

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